O negócio antes de qualquer bit e depois de todos eles.

O negócio antes de qualquer bit e depois de todos eles.

O sucesso na operação de uma empresa depende do êxito de muitos fatores incluindo o TI.

O Departamento de Tecnologia de uma organização, como principal responsável por prover soluções que coloquem a sua empresa à frente dos concorrentes em competitividade tem o dever de estar um passo à frente dos possíveis problemas que devem surgir com os inúmeros sistemas e, especialmente, com as demandas flutuantes geradas por usuários desses sistemas.

Monitoramento da Rede é o primeiro passo para uma gestão de sucesso e essa boa prática pode vir acompanhada de uma Gerência Minuciosa dos recursos de telecom, especialmente os presentes nas camadas 2 e 3 que é onde se concentram a maior parte dos controles ativos que influenciam diretamente em uma rede de sucesso ou uma rede fracassada.

Gerência da Rede executa um papel complexo de conectar or recursos existentes em Redes Locais e Remotas a outros sistemas e pessoas que operam e traduzem essas operações em resultados efetivos para a organização como Receita, Indicadores, Arrecadação e Comercialização.

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Entender a melhor forma de por em prática essa conectividade e controle dos recursos de telecom não tem à ver com a operação da rede, mas com um desafio ainda maior que está relacionado com as áreas de negócio, cujo foco é a operacionalização da empresa e os negócios que ela representa em várias direções como Comercial, Pessoal/RH, Social, Lucro e Continuidade Operacional ao longo do tempo.

Gerir a Rede, portanto, é muito mais do que controlar o fluxo de dados em uma LAN ou aplicar boas regras de firewall e roteamento. É entender a complexidade dos ecossistemas existentes em uma empresa e entregar os recursos tecnológicos necessários para que essas operações sigam confortavelmente entregando, por sua vez, os melhores resultados possíveis à organização.


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Como diminuir os custos de Logística e Transporte em suas empresas?

Como diminuir os custos de Logística e Transporte em suas empresas?

Um dos maiores desafios em todas as empresas, ao se tratar de logística e transporte, são os custos de uma entrega ágil. Na logística o tema mais solicitado em projetos tem sido a redução de gastos.

Todas as empresas visam reduzir custos para aumentar os lucros, mas é fundamental manter a qualidade e o padrão da companhia. Considerando os desafios que todos os negócios têm vivido no Brasil com a crise econômica e impostos, esse seria mais um bom motivo para aplicar um projeto de melhoria e redução de custos.

Tratando-se de transporte e logística interna, foi desenvolvido projetos e estratégias que foram eficazes e produtivos, com rápido retorno do investimento aplicado.

Grande parte das empresas falha nos processos de logística e operação por não analisarem os gastos, estimativa de retorno, infraestrutura, produto de atuação e exigências, praça de atuação e controle interno, entre outros fatores. Isso leva a grande maioria a não obter lucro e é aí que começa o problema da operação, o desespero em lucrar e ações indevidas para reduzir custos, levando a risco de processos e multas.

Etapas a serem analisada na logística e transporte para redução de custo com aumento da qualidade e clientes:

Custos de transporte: para o transporte é fundamental levar em conta a regra de negócio do cliente, área de atuação e região. O estado em questão é fundamental, pois unidade da federação possui sua regulamentação, pedágios e rotas especificas, entre outros, o que impacta nos custos dos transportes.

Devemos também analisar o produto a ser transportado, pois dependendo do item podem ser necessários o rastreamento, escolta, uso caminhões novos e outras exigências. Mesmo neste cenário é possível atuar e reduzir os custos do transporte, elevando os lucros, bastando para isso saber aplicar uma boa regra de negócio dentro da regulamentação e dos padrões do cliente.

Esse item é muito importante, porque é aqui que encontramos muitos gargalos nas empresas. Muitas não possuem controle interno, indicadores, metas, processo, visão do futuro e não pensam fora da caixa, sendo aí que surgem as falhas na empresa e o bloqueio do crescimento.

Custos operacionais: alguns dos principais custos operacionais são: produto; preço; falta de procedimento; estoque sem controle; transporte irregular; motoristas não comprometidos; desvios; gasto abusivo; equipamentos sem manutenção ou, em muitos casos, quebrados e sem uso; armazenamento errado, levando a perda da mercadoria; demora na entrega do produto ao cliente final; multas; riscos operacionais; acidente por falta de EPI (equipamento de proteção individual); desvio de impostos entre outros.

É fundamental reduzir, mas da forma correta, mantendo padrões e seguindo a regulamentação.

Pontos pelos quais hoje os Empresários devem ficar atento:

  1. Falta de controle interno/ indicadores;
  2. Falta de controle de estoque (FIFO não aplicado) e seguro de mercadoria;
  3. Falta de manutenção de equipamentos e transportes;
  4. Armazenamento indevido;
  5. Falta de modelo ou regra de negócio definido;
  6. Falta de evolução e inovação;
  7. Falha no alinhamento de setores;
  8. 8-Produtos/serviços fora do prazo;
  9. Destinação de resíduos indevido;
  10. Acidente de trabalho por falta de equipamento ou riscos interno;
  11. Mão-de-obra não produtiva;
  12. Falha na comunicação interna e externa.

Esses foram alguns itens solucionados com sucesso em empresas, com foco na redução de custos nos segmentos de transporte e logística. É importante considerar que a proposta de projeto muda de acordo com a empresa e com o produto, mas em todas é possível aplicar melhorias e expandir negócios.

Como está a sua empresa hoje? Você possui problemas em algum desses pontos em destaque?

Fonte: Mercado e Consumo

Por: Charlene Portela

Setor supermercadista tem maior geração de empregos em 10 anos

Setor supermercadista tem maior geração de empregos em 10 anos

A geração de empregos do varejo vem crescendo. De acordo com dados da Associação Paulista de Supermercados (APAS) junto do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (CAGED), em outubro o setor gerou 36,7 mil empregos, estando na primeira posição entre os 25 subsetores da economia brasileira. O segmento representou, no período, 21% da geração de emprego líquida nacional com 70,8 mil vagas.

Mas o grande destaque do período foi o varejo alimentar, que gerou 3.543 empregos em São Paulo, maior valor para outubro nos últimos dez anos. Supermercados e hipermercados foram os maiores geradores de empregos, totalizando 2.223 vagas. Os hortifrútis deram origem a 153 empregos, valor 77% maior do que 2018.

O dados positivos também se refletem entre atacados e atacarejos, que fizeram 943 contratações, o melhor número em 9 anos. Minimercados abriram 224 novos postos, o melhor resultado em 4 anos.

“Tradicionalmente o varejo alimentar tem seu pico de contratação em outubro e novembro. Atualmente, a economia encontra-se aquecida mostrando uma recuperação puxada pelo recorde empregos formais, liberação do FGTS, maior confiança, maior crédito, menores juros, além de Black Friday”, disse Thiago Berka, economista da APAS.

Na análise por cargos, repositores tiveram a maior geração líquida, com 1.712 novos empregados, seguidos de operadores de caixa e embaladores. Para o fim de ano, o maior fluxo de clientes e o alto giro de produtos nas prateleiras que Black Friday e Natal proporcionam forçam também a abertura de novos caixas para atendimento.

Na visão regionalizada, a capital voltou a ser líder na criação de empregos, com 612 novos postos, seguida por Indaiatuba, Sorocaba e Guarulhos. No acumulado do ano, São Paulo e Campinas são as maiores criadoras de empregos de 2019. Atualmente, o setor supermercadista conta 539,3 mil pessoas empregadas em todo Estado.

A expectativa quanto aos temporários é de cerca de 8 mil vagas. O número é 25% maior que o ano passado. Estima-se que os supermercados devem reter cerca de 5% do total destas vagas para 2020. A expectativa é que este ano seja encerrado com 13,6 mil vagas ocupadas, o melhor número desde 2014, quando foram contratadas 14,7 mil pessoas.

“Para se ter uma ideia, a expectativa de aumento das vendas para o Natal é de 6% a mais que no ano passado. As vendas no mês de dezembro são 24% maiores quando comparado aos outros meses do ano”, avaliou Berka.

Fonte: https://www.mercadoeconsumo.com.br/2019/12/10/setor-supermercadista-tem-maior-geracao-de-empregos-em-10-anos/

SETOR SUPERMERCADISTA ACUMULA ALTA DE 3,48%

SETOR SUPERMERCADISTA ACUMULA ALTA DE 3,48%

O setor supermercadista tem mantido crescimento acima dos 3% previstos para 2019. De janeiro a outubro os supermercados brasileiros acumulam alta real – deflacionada pelo IPCA/IBGE, de 3,48%, de acordo com o Índice Nacional de Vendas ABRAS divulgado nesta quarta-feira (4).  Em outubro, as vendas registraram crescimento de 4,30% na comparação com o mês de setembro e alta de 5,78% em relação ao mesmo mês do ano de 2018.

“O consumo das famílias que seguiu lento desde o início do ano, devido às incertezas políticas e econômicas, ganhou um ritmo melhor de crescimento a partir do segundo semestre, principalmente pelo aumento do crédito à pessoa física, impulsionado pela liberação dos saques do FGTS e do PIS/Pasep, além da queda de juros e a recuperação gradual do mercado de trabalho, que impacta diretamente o setor supermercadista. Em outubro o Brasil gerou 70,8 mil vagas de empregos, de acordo com o Caged; foi o sétimo mês consecutivo em que as contratações superaram as demissões no país. No mês, também tivemos o Dia da Criança, que impulsiona a venda de doces e brinquedos, e  segundo pesquisa da Boa Vista SCPC, a data registrou o melhor desempenho do ano no comércio em relação às demais comemorações (Dia das Mães, Dia dos Namorados e Dia dos Pais)”, ressalta o presidente da Associação Brasileira de Supermercados (ABRAS), João Sanzovo Neto.

Sanzovo destaca ainda que o acumulado de 3,48% até outubro já sinaliza que o fechamento de vendas do ano de 2019 deverá superar a projeção inicial do setor supermercadista. “Mesmo chegando ao terceiro mês consecutivo com resultados acima da nossa meta, optamos por não fazer uma nova revisão oficial. Mas estamos otimistas em relação ao encerramento do ano, que ainda se somará aos resultados da Black Friday e das compras de Natal e Réveillon. Espero estar errado em relação à nossa projeção inicial, e que os supermercados vendam ainda mais. Afinal, errar uma projeção de 3% por registrar números maiores será um presente para os supermercadistas”, declara o presidente da ABRAS.

Abrasmercado

O Abrasmercado, indicador que analisa os preços dos 35 produtos mais consumidos no autosserviço, registrou alta de 0,84% em outubro, passando de R$ 467,98 para R$ 471,92. No acumulado dos 12 meses (outubro 2018/outubro 2019), o valor da cesta cresceu 1,73%.

De acordo com a GfK, responsável pela apuração do Abrasmercado em parceria com a ABRAS, as maiores quedas nos preços foram registradas nos itens: cebola, -20,00%, batata, -4,66%, café torrado e moído, -1,84%, e água sanitária, -1,80%. Os produtos com maior variação positiva foram: sabão em pó, 17,68%, tomate 4,15%, carne dianteiro, 3,33%, e carne traseiro, 2,67%.

 Regiões

No mês de outubro, a Região Norte foi a que apresentou maior alta no valor da cesta Abrasmercado, 2,80%, chegando a R$ 508,65. A maior variação negativa foi registrada na Região Nordeste, -0,35%, com o valor de R$ 414,09. Confira o histórico do indicador Abrasmercado:

*Abrasmercado não é a cesta básica, mas, sim, uma cesta composta por 35 produtos mais consumidos nos supermercados: alimentos, incluindo cerveja e refrigerante, higiene, beleza e limpeza doméstica.

 Índice de Confiança

O otimismo dos empresários do autosserviço voltou a subir, de acordo com o Índice de Confiança do Supermercadista, elaborado pela ABRAS em parceria com a GfK. Em outubro, a pesquisa registrou 56,6 pontos (numa escala de 0 a 100), na última avaliação, divulgada em agosto, o índice estava em 55,6 pontos.  Os resultados demonstram que a economia entrou num ritmo decrescimento mais consistente. Embora o número seja menor que o verificado em igual período de 2018, por causa das expectativas e incertezas geradas pelas eleições, o resultado de outubro é mais sustentável, de acordo com a Gfk.

Fonte: Noticias ABRAS

Setor: Economia


TROCAR CARNE POR FRANGO NÃO É SAUDÁVEL, DIZ NUTRICIONISTA E DÁ OPÇÕES

TROCAR CARNE POR FRANGO NÃO É SAUDÁVEL, DIZ NUTRICIONISTA E DÁ OPÇÕES

Quem foi ao açougue nas últimas semanas notou o preço salgado da carne vermelha. E, enquanto a promessa, do governo federal, da queda do valor do produto não se torna real, é importante saber quais as opções mais baratas e saudáveis para reduzir esse item do menu.

Na prática, o que se observa é que a carne vem sendo substituída, em Manaus, pelo frango, revela Alexandre Zuqui, superintendente da Associação Amazonense de Supermercados. “Esta parcela de proteína que deixa de ser adquirida por meio da carne, é direcionada para outras proteínas, principalmente as aves”, afirma.

É mais saudável escolher o peixe

Entretanto, a nutricionista Ayla Lacet (instagram: @aylalacet) diz que a transição mais saudável e econômica para os manauaras seria da carne para o peixe. “Em termos de proteína o frango consegue se equiparar a carne vermelha, o problema é que o frango tem uma grande quantidade de hormônios, o que é prejudicial para a nossa saúde. A migração mais saudável seria da carne do peixe”, afirma a nutricionista.

Mas a profissional enfatiza que não recomenda o corte total dessa proteína da alimentação e sugere a busca de cortes mais em conta. “Nós temos carne vermelha de muito boa qualidade nutricional que tem um baixo custo, como é o caso do músculo. O músculo é um corte que as pessoas costumam rejeitar por ele exigir um tempo de cozimento maior, mas é a melhor opção em termo de custo/benefício”, diz Lacet.

Carne de soja

Alternativas de buscar a proteína presente na carne vermelha em produtos de origem vegetal não são boas opções para Ayla Lacet. De acordo com a nutricionista, “a carne vermelha é a melhor fonte de proteínas que temos hoje” e nenhuma das opções de origem vegetal se assemelha a ela.

“O índice de anemia no Norte e no Nordeste é alto e para se obter a proteína contida nos produtos de origem vegetal é preciso consumi-lo juntamente com algum item que contenha vitamina C, assim, o ferro de origem vegetal fica disponível para o nosso organismo. Uma fonte de vitamina C seria, por exemplo, a laranja”, explica Lacet.

Livre de carne

Iago Chixaro, 27, não preocupa com o preço disparado da carne. Isso porque, após devorar o livro “Libertação animal”, escrito em 1975, por Peter Singer, ele virou vegano. “O veganismo veio a partir do momento em que eu percebi como o que nós escolhemos comer pode afetar diretamente na vida de outras espécies, do planeta e na minha vida”, diz o servidor público.

No novo estilo de vida Chixaro afirma que é uma alimentação saudável não significa que vai ser ruim de gosto, na verdade é o contrário. Para provar, ele relata que os irmãos, que não são adeptos do veganismo, trocam o prato que estiverem comendo para saborear o Quibe Frito de Proteína de Soja (Vegan), um sucesso na casa.

Fonte: http://oamazones.com/

Por: Cynthia Blink