Saiba quais as principais estatísticas sobre treinamento e desenvolvimento.

Saiba quais as principais estatísticas sobre treinamento e desenvolvimento.

Conseguir sucesso nos negócios é uma missão que, entre as mais variadas dependências, o preparo dos colaboradores da empresa está entre as mais importantes.

Exatamente por essa influência, o T&D (treinamento e desenvolvimento) é o caminho ideal para que as empresas consigam atingir seus objetivos e, para qualquer obstáculo que surgir, possam superá-lo e caminhar cada vez mais para o topo.

Essa necessidade se aplica a qualquer segmento. Seja o responsável por realizar a locação de geradores, instalar uma soleira de mármore ou o que trabalhar com a reciclagem de eletrônicos, o treinamento é indispensável.

Pensando nisso, separamos este conteúdo para falar sobre a importância da área de treinamento e desenvolvimento para o sucesso da empresa. Confira!

Saiba como é o treinamento e desenvolvimento das empresas

Mesmo que no meio corporativo as duas palavras possam ser consideradas sinônimos em muitas situações, o treinamento e o desenvolvimento são ações distintas e são feitas com diferentes finalidades dentro de uma empresa.

O treinamento se baseia na capacitação, orientada para o presente e objetivando mudanças em curto prazo. Por isso, é um método elaborado e aplicado em horas, dias ou, no máximo, semanas.

Por outro lado, o desenvolvimento é uma estratégia contínua de aprendizado. Ela promove transformações e aperfeiçoamento em médio e longo prazo, tanto para o colaborador e seus resultados quanto para a equipe de modo geral.

Dessa forma, podemos dizer que o treinamento tem como objetivo direcionar e preparar o profissional para as ações a serem feitas, tendo em vista o imediatismo. O desenvolvimento rende frutos depois de um certo tempo, embora também seja acompanhando no dia a dia.

Entenda as vantagens de treinamento e do desenvolvimento

Além do fato de sustentar o negócio e dar uma dimensão do patamar que pode ser alcançado, o desenvolvimento promove engajamento da equipe e a mantém motivada em muitos aspectos.

Fora isso, com o desenvolvimento das pessoas é uma boa oportunidade de trocar experiências com outros profissionais. Esse processo incentiva os colaboradores a terem posturas e comportamentos de acordo com o exigido no âmbito profissional.

Já o treinamento permite que os colaboradores sejam capacitados, entendendo os valores, políticas e filosofia da instituição que trabalham.

Esses detalhes, informações e os conhecimentos obtidos no treinamento de equipe que influenciarão no desempenho das atividades, fazendo com que tudo seja realizado de acordo com as normas do empreendimento.

Tenha um setor de T&D em seu negócio

Como vimos ao longo deste conteúdo, o treinamento e desenvolvimento é importante para o sucesso das empresas. O que achou das nossas informações?

Embora um complemente o outro em muitos aspectos, as características que os tornam diferentes são igualmente importantes para a empresa e colaboradores. Por isso, treinamento e desenvolvimento são duas coisas diferentes em uma empresa.

Enquanto o treinamento visa uma capacitação e preparo imediato do profissional para as atividades de curto, médio e longo prazo, o desenvolvimento diz respeito a toda essa curva de aprendizado que ocorre nesse período, basicamente.

Dessa forma, podemos dizer que um bom programa de treinamento e desenvolvimento de pessoas é capaz de causar impactos positivos nos resultados das empresas, algo que justifica a valorização cada vez maior desse serviço.

Fonte: Assessoria do Soluções Industriais em parceria com o blog Negócios em Foco. ( 27/01/2020 )

Carrefour tem alta de 11,5% em vendas no quarto trimestre de 2019

Carrefour tem alta de 11,5% em vendas no quarto trimestre de 2019

Carrefour Brasil avançou 11,5% no quarto trimestre de 2019, totalizando R$ 17,6 bilhões em vendas brutas no período. A operação de varejo – composta por supermercados e hipermercados – cresceu 12,8%, enquanto a bandeira Atacadão registrou alta de 10,8%.

Na avaliação da rede, medidas adotadas desde 2018 no segmento de varejo, sobretudo em relação a preço e sortimento, têm surtido efeito. Nos últimos dois anos, o Carrefour passou a ser mais agressivo nas campanhas voltadas a seus hipermercados.

As vendas totais de lojas abertas pelo Carrefour há mais de um ano subiram 7,8% no último trimestre do ano passado. De acordo com relatório divulgado pela companhia, foi o maior avanço no conceito “mesmas lojas” para um quarto trimestre dos últimos cinco anos.

Considerando apenas a operação de atacarejo, o crescimento em “mesmas lojas” do Atacadão foi de 5,5% entre outubro e dezembro de 2019.

Fonte: Mercado & Consumo

Por Imprensa Mercado & Consumo -27 de janeiro de 2020

Governo vai reduzir isenção do IPI do polo de refrigerantes da ZFM

Governo vai reduzir isenção do IPI do polo de refrigerantes da ZFM

Manaus – O presidente Jair Bolsonaro decidiu não prorrogar o incentivo dos créditos tributários concedidos à indústria de refrigerantes na Zona Franca de Manaus que será reduzido para 4%, segundo o jornal Valor Econômico. A medida prejudica as indústrias instaladas no Polo Industrial de Manaus (PIM).

Um decreto do governo Temer cortou de 20% para 4% do IPI os aos fabricantes e, em meio às negociações da reforma da Previdência, o presidente Bolsonaro elevou esses créditos a 10% até 31 de dezembro de 2019. Contrário ao subsídio, o ministro Paulo Guedes convenceu o presidente a reduzir.

Para o senador Eduardo Braga (MDB), a decisão quebra a política de desenvolvimento sustentável. “A redução dos incentivos tributários para a produção de concentrados de bebidas não alcoólicas na ZFM quebra o direito constitucional e a política de desenvolvimento sustentável, reconhecida inclusive pela Organização Mundial de Comércio (OMC).”

Segundo o parlamentar, o prejuízo estimado para as empresas que produzem na região em 2020 é de cerca de R$ 2,1 bilhões, com a redução dos créditos tributários.

Em 2019, o senador Eduardo liderou um movimento, junto com outros parlamentares do Amazonas, para pressionar o governo a recuar da decisão de diminuir a alíquota de IPI. A bancada conseguiu uma vitória parcial, com a edição de um novo decreto que aliviou as perdas dos fabricantes instalados no PIM, em 2019. O decreto editado durante o governo Temer estabelecia que, até o final do ano passado, a alíquota cairia para 8%. Com o novo documento, o percentual ficou em 8% até 30 de setembro, passando para 10% até 31 de dezembro. A redução passa a valer agora em 2020.

Para o deputado estadual Serafim Corrêa (PSB), a decisão do presidente é equivocada. “Quando as empresas vieram para cá, esta alíquota era de 40% e, hoje, é de 8%. Eu não sei se com 4% estas empresas irão ficar aqui. Isto é muito ruim porque outras empresas que pensavam em vir para cá, vão avaliar dez vezes antes de vir. O IPI é o principal incentivo que nós temos e o IPI com 4% não atrai ninguém”, frisou. “O problema é que, como o presidente pode aumentar ou reduzir IPI, a empresa fica na mão do presidente e, se o presidente quiser ‘quebrar’ a empresa, ela ‘quebra’, ao reduzir o IPI e as empresas têm que rever todas as suas estratégias”, disse.

O deputado federal Pablo Oliva (PSL) questionou se já havia uma confirmação da medida. Ao saber que não, o parlamentar lembrou que o presidente ficou de restabelecer os incentivos aos concentrados. “A ideia era colocar em 8% ou 10%, era um compromisso do governo federal, então, eu vou cobrar este compromisso”, afirmou.

Fonte: d24am.com

Supermercados em Minas Gerais têm crescimento acumulado de 4,29%

Supermercados em Minas Gerais têm crescimento acumulado de 4,29%

O setor supermercadista de Minas Gerais apresentou crescimento acumulado real de 4,29% no período de janeiro a novembro de 2019. Na comparação com o mês de novembro de 2018, o aumento foi ainda maior de 9,76%. O levantamento é parte do Termômetro de Vendas, pesquisa mensal da Associação Mineira de Supermercados (AMIS).

Na análise entre outubro e novembro de 2019, o desempenho também foi positivo e cresceu 2,02%. Os números estão deflacionados pelo IPCA/IBGE.

Os resultados mostram que o mês de novembro, que tradicionalmente sempre foi de poucas vendas, vem se tornando um período relevante para o setor, especialmente devido à Black Friday. A cada ano, mais empresas supermercadista vem aderindo à campanha, negociando com fornecedores descontos interessantes e chamando mais a atenção do consumidor.

Além disso, muitas lojas estendem as promoções para além da sexta-feira, obtendo assim, resultados melhores no mês.  O fato de alguns produtos estarem com preços convidativos atrai também a compra de outras categorias, melhorando o movimento nas lojas.

Outro fator que contribuiu para o melhor desempenho do mês no ano passado foi a continuidade do pagamento de parcelas do FGTS. A leve melhora dos níveis de emprego vem mês a mês, contribuindo também com o setor.

fonte: https://www.mercadoeconsumo.com.br

Em 2019, inflação para famílias de renda mais baixa fica em 4,6%

Em 2019, inflação para famílias de renda mais baixa fica em 4,6%

A taxa do IPC-C1 em 2019 também é superior ao registrado pelo Índice de Preços ao Consumidor – Brasil (IPC-BR), que mede a inflação para todas as faixas de renda, que ficou em 4,11% no mesmo período.

O Índice de Preços ao Consumidor (IPC-C1), que mede a inflação para famílias com renda de até 2,5 salários mínimos, fechou 2019 com inflação de 4,6%. De acordo com a Fundação Getúlio Vargas (FGV), a taxa é superior aos 4,17% registrados no ano anterior.

Os principais impactos no IPC-C1 em 2019 vieram das classes de alimentação, com alta de 6% nos preços, e transportes, com aumento de 6,01% no período.

As demais classes de despesas tiveram as seguintes taxas de inflação: habitação (3,48%), vestuário (1,62%), saúde e cuidados pessoais (4,07%), educação, leitura e recreação (4,46%), despesas diversas (5,17%) e comunicação (1,22%).

Em dezembro de 2019, o IPC-C1 ficou em 0,93%, acima do 0,56% de novembro e do 0,77% registrado pelo IPC-BR em dezembro.

Com informações da Agência Brasil

Varejo paulista tem projeção de crescimento de 6%

Varejo paulista tem projeção de crescimento de 6%

O ano de 2020 deve seguir o mesmo ritmo crescente de vendas no varejo paulista com expectativa do faturamento ser 6% a mais que os R$ 741,4 bilhões estimados pela Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo do Estado de São Paulo (Fecomercio-SP) para 2019.

O cálculo da entidade é baseado na melhora do desempenho da indústria, nas expectativas de avanço da agenda neoliberal do governo de Jair Bolsonaro, comandado pelo ministro Paulo Guedes, que pretende diminuir gastos públicos por meio de concessões e privatizações de estatais e no aquecimento do consumo, vinculado à atores que impactam positivamente na renda – como a leve diminuição das taxas de desemprego e a queda do índice de inadimplência.

Caso a estimativa da Federação se confirme, o comércio vai lucrar R$ 42 bilhões a mais e bater o faturamento real de R$ 783,4 bilhões.

No varejo ampliado, a Pesquisa Conjuntural do Comércio Varejista (PCCV) aponta para um crescimento de mais de 10% em relação ao último ano nos segmentos de lojas de móveis e decoração (12%), farmácias e perfumarias (11%) e materiais de construção (11%).

Setor com maior participação nas estimativas de faturamento do varejo total (32,5%), os supermercados, conforme a entidade deve fechar 2020 com a receita de R$ 254,3 bi – 4% superior ao projetado para 2019.

Apesar dos números positivos, a Fecomercio-SP ressalta que os empresários devem ficar atentos a fatores externos, entre eles, as eleições presidenciais dos Estados Unidos e a guerra comercial entre americanos e chineses – que pode influenciar no preço de produtos importados desses países.

Fonte: https://www.mercadoeconsumo.com.br/