Consumo de orgânicos aumenta na pandemia, aponta Organis

Consumo de orgânicos aumenta na pandemia, aponta Organis

A Organis, entidade sem fins lucrativos, que trabalha para divulgar os conceitos e as práticas orgânicas, fez uma enquete sobre o consumo de orgânicos na pandemia e constatou que aumentou em 44,5% o consumo desses itens nos sete meses de restrições sociais para conter a pandemia da Covid-19.

Mais da metade dos 456 entrevistados estão mais preocupados com a qualidade da alimentação (62,1%) com aumento na frequência de consumo: 46,6% afirmam consumir orgânicos todos os dias e 34,3% duas vezes por semana.

Os produtos in natura representam 38,6% da preferência, mas é expressivo o percentual de pessoas que consomem também natural e industrializados – 50,9%. Na enquete, em repostas múltiplas, percebe-se que o consumidor de orgânicos compra onde tem oferta física e digital: 50,9% compram em supermercados, 46,5% em feiras, 34,6% em lojas especializadas e 19,1% nos onlines.

“Foram só sete perguntas, nos canais de contato da Organis (pop-up, instagram, email). São pessoas que já têm orgânico no radar. Interessante  destacar que o consumo aumentou, o consumidor permanece preferindo FLV, mas já aderiu ao industrializado e os ecommerces aparecem nos canais de venda, quase 20%. Assim como nas feiras de orgânicas, os ‘on lines’ vendem muito produtos de mercearia e de marcas, sendo uma opção completa para o consumidor.

Outro ponto  importante é que o aumento de preços foi sentido por mais da metade dos entrevistados (56,6%), mas não inibiu o consumo. Quando perguntamos se agricultura orgânica pode ajudar a prevenir nova pandemia, 81,8% afirmam que sim. Orgânico está relacionado com saúde”, explica Clauber Cobi Cruz, diretor da Organis.

Para ajudar consumidores, produtores e serviços do setor, a entidade lança o onde.organic, um ambiente virtual onde todos se acham. Uma ferramenta de negócios e um mapeamento da produção orgânica, com georreferenciamento e filtro de produtos que ajudará toda cadeia de orgânicos: produtor encontra insumos e serviços, a indústria e o varejo acharão fornecedores, os consumidores vão encontrar onde tem produtos.

“O serviço é por adesão. Por R$ 29,00 por mês, o interessado em achar e ser achado, vai ter um ambiente digital moderno e convergente aos interesses do setor. onde.organic é dividido em seis categorias: Raiz Orgânica (campo), Produtos (indústria), Lojas (mercados e restaurantes), Serviços (consultoria e certificação), Receba em Casa (delivery e on line) e Insumos (aprovados pela agricultura orgânica). Queremos em um ano ter mais de 2.000 inscritos”, explica Clauber Cobi Cruz. 

A enquete completa estará disponível no site www.organis.org.br a partir do dia 21 de outubro.

Fonte: http://portalamis.org.br/plus/modulos/noticias/ler.php?cdnoticia=2069

As 10 maiores varejistas do Brasil – supermercados disputam a liderança

As 10 maiores varejistas do Brasil – supermercados disputam a liderança

Empresas de supermercado e hipermercado lideram entre as maiores varejistas, com Carrefour, Grupo Pão de Açúcar e Grupo Big

Os maiores supermercados do país estão no topo do ranking de empresas do varejo com o maior faturamento, segundo ranking divulgado pelo Ibevar (Instituto Brasileiro de Executivos de Varejo & Mercado de Consumo). O instituto acaba de divulgar sua pesquisa anual sobre as maiores varejistas do país, feita em conjunto com a FIA (Fundação Instituto de Administração). O lançamento do ranking, que normalmente ocorre presencialmente em um grande evento, foi feito de forma remota por teleconferência.

Entre as cinco maiores varejistas do Brasil, três são do ramo de supermercados e hipermercados: Carrefour, Grupo Pão de Açúcar e Grupo Big (ex-Walmart). O setor é responsável por 15% das vendas totais do varejo. Essas empresas devem deve ser ainda mais relevantes no consumo daqui para a frente, uma vez que os supermercados assumiram de vez um protagonismo na vida de seus consumidores durante a pandemia do novo coronavírus. Durante a fase mais rigorosa de isolamento, passaram a ser quase o único ponto de contato dos brasileiro com o mundo exterior.

As outras empresas entre as cinco maiores varejistas estão no setor de móveis e eletroeletrônicos: Via Varejo e Magazine Luiza. As duas empresas investiram fortemente no seu comércio eletrônico e na distribuição logística, além de aumentar seu marketplace, com milhares de novos lojistas e categorias de produtos. No top 5, o Magazine Luiza foi a empresa que mais cresceu em relação ao ano passado, com alta de 17%.

O setor mais importante para o varejo, no entanto, é outro: o de veículos, motos e autopeças, responsável por 37,8% das vendas totais. Nenhuma empresa do ramo automotivo está entre as maiores do varejo, o que mostra o quanto o setor é pulverizado e composto por empresas pequenas.

Parte desse levantamento já havia sido divulgado com exclusividade por EXAME: as varejistas mais eficientes do país. Pela conta, a Via Varejo é a varejista de eletroeletrônicos e móveis mais eficiente dentre as maiores, à frente da rival Magazine Luiza. Tok&Stok e Fast Shop também aparecem com eficiência máxima no segmento. A menos eficiente no segmento é a rede mineira EletroZema, com eficiência de 0,1.

Com um PIB de 7,25 trilhões de reais do Brasil e consumo das famílias de 4,7 trilhões de reais, o varejo de bens corresponde a quase um sexto de todo o PIB. Em 2019, as vendas do varejo de bens levantaram 1,3 trilhão de reais – apenas as 120 maiores empresas do setor foram responsáveis por quase metade, 527 bilhões de reais. O ranking foi elaborado com base nos números do ano passado. Ou seja, ainda não há impacto do coronavírus no levantamento divulgado.

Confira abaixo as 10 maiores varejistas do país de 2019, segundo o Ibevar:

As 10 maiores varejistas do Brasil

O Carrefour é a maior varejista do país, seguida pelo Grupo Pão de Açúcar, de acordo com levantamento realizado pelo Ibevar, em parceria com a FIA.

Confira o ranking completo:

PosiçãoEmpresaFaturamento em 2018/2019 (em bilhões)
1CarrefourR$62,2
2GPAR$ 61,5
3Via VarejoR$ 29,8
4Grupo BigR$ 24,5
5Magazine LuizaR$ 24,4
6Lojas AmericanasR$ 22,2
7Raia DrogasilR$ 18,4
8Grupo BoticárioR$ 14,1
9RennerR$ 11,7
10HavanR$ 10,7

Por: Karin Salomão Publicado em: 28/09/2020 às 12h00

Fonte: https://exame.com/negocios/as-10-maiores-varejistas-do-brasil-supermercados-disputam-a-lideranca/


Álcool gel: Inmetro orienta que somente produto com certificação da embalagem deve ser comercializado

Álcool gel: Inmetro orienta que somente produto com certificação da embalagem deve ser comercializado

De acordo com o Instituto Nacional de Metrologia, Qualidade e Tecnologia – INMETRO, através das Portarias 269 e 270/2008, o envasilhamento de álcool, nas formas líquidas e em gel, deverá obrigatoriamente estar certificado por este órgão.

Diante disso, recomenda-se que os associados comercializem somente aqueles produtos que possuam o selo de certificação do INMETRO.

Fonte: https://portalapas.org.br/alcool-gel-inmetro-orienta-que-somente-produto-com-certificacao-da-embalagem-deve-ser-comercializado/

Carrefour Brasil digitaliza o RH e implementa jornada flexível de trabalho

Carrefour Brasil digitaliza o RH e implementa jornada flexível de trabalho

O Grupo Carrefour Brasil anunciou que os funcionários de funções administrativas terão uma jornada de trabalho flexível permanente, mesmo após o fim da pandemia de Covid-19. No novo modelo de trabalho, os profissionais que tiverem agendas no escritório podem atuar, no máximo, 60% do tempo de forma presencial.

A nova política é válida para os colaboradores que atuam na matriz do Grupo e no escritório do Banco Carrefour, em São Paulo.

A empresa também está testando novos modelos de contratos: anunciou, recentemente, a abertura de 50 vagas de trabalho totalmente remotas para a área de TI do Banco Carrefour, dando a possibilidade de que profissionais de diferentes regiões do País possam se candidatar a uma dessas oportunidades.

“Acreditamos que, para promover uma transformação cultural na empresa, precisamos combinar a adoção de tecnologia e ferramentas com novos modelos de trabalho, simplificação de processos e um novo jeito de pensar e agir”, afirma João Senise, vice-presidente de Recursos Humanos do Grupo Carrefour Brasil.

Cinco mil contratações no início da pandemia

Logo no início da pandemia, a companhia realizou a contratação de 5 mil pessoas para a operação de varejo por meio de processo seletivo online. A integração dos novos funcionários também foi 100% digital. O processo teve o apoio da 99jobs, uma das startups parceiras da empresa, e o tempo de admissão foi reduzido em oito dias, o que gerou ganhos de eficiência.

A digitalização da área de RH, no entanto, começou antes. Em 2018, o Carrefour criou o ConectaRH, projeto que conta com especialistas da área de Recursos Humanos e Tecnologia da Informação dedicados à implementação de uma nova plataforma de gestão de pessoas, com revisão de sistemas, políticas e processos.

O projeto é baseado em cinco ações, que promovem maior integração entre áreas: Recrutamento Digital, Admissão Digital, Metas e Desempenho, Novo Portal de RH e LMS (Learning Management System). Essas ferramentas têm sido implementadas para trazer mais agilidade, autonomia e simplicidade na gestão das pessoas, contribuindo também para a transformação cultural desejada pela empresa.

Imagem: Divulgação

Fonte: https://mercadoeconsumo.com.br/2020/09/30/carrefour-brasil-digitaliza-o-rh-e-implementa-jornada-flexivel-de-trabalho/

Coca-Cola adota plástico 100% reciclável para as suas garrafas de água

Coca-Cola adota plástico 100% reciclável para as suas garrafas de água

A partir de outubro, a Coca-Cola Brasil inicia a substituição de garrafas de água mineral da marca Crystal produzidas a partir de matéria-prima virgem por embalagens inteiramente fabricadas com plástico reciclado. A mudança vai abranger 400 milhões de garrafas ao longo de 12 meses. Isso signifca que deixarão de ser consumidas 8 mil toneladas de resina de PET virgem por ano. A meta da companhia é ter toda a produção da Crystal no Brasil – cerca de 700 milhões unidades por ano – envasada em garrafas de plástico reciclado em no máximo dois anos.

Peru e México, por exemplo, já operam com garrafas da Crystal 100% recicladas. Só que vender água mineral em garrafas feitas de resina plástica completamente reciclada está longe de ser tarefa trivial no Brasil. Até maio deste ano, uma norma técnica federal determinava que garrafões, garrafas e copinhos de água mineral deveriam ser fabricados apenas a partir de resinas virgens. Além disso, a resina de PET reciclada era, inicialmente, de 15% a 20% mais cara do que a matéria-prima virgem.

Longe de ser uma iniciativa isolada, a transição da Crystal rumo às embalagens fabricadas a partir de matéria-prima reciclada é parte de uma meta global da Coca-Cola divulgada em 2018. A companhia planeja chegar a 2030 coletando e reciclando material equivalente a 100% das latas e garrafas vendidas a cada dia.

Fonte: http://portalamis.org.br/plus/modulos/noticias/ler.php?cdnoticia=2021

PROSEGUR – GESTÃO DE NUMERÁRIO

PROSEGUR – GESTÃO DE NUMERÁRIO

Realizamos a classificação e processamento de dinheiro com a mais avançada tecnologia. A Prosegur é a empresa pioneira de segurança privada que integra as atividades de transporte e gestão de numerário em um mesmo serviço, garantido através dos nossos sistemas informatizados, o abastecimento e/ou o suprimento de numerário.

A Prosegur no Brasil conta com 97 tesourarias e mais de 44.670 pessoas qualificadas que são encarregadas pela operação de processamento no numerário. Toda a operação é registrada eletronicamente, controlada por meio de código de barra e filmada por câmeras de segurança individuais. O processamento do numerário na Prosegur pode englobar diferentes áreas dependendo da necessidade de cada cliente:

  • Gerenciamento e processamento dos valores:
  • Numerário
  • Documentos
  • Tickets
  • Cheques
  • Administração e custódia dos valores
  • Coleta e remessas de valores

Alma de Comerciante! Você tem? 7 qualidades para o sucesso do varejo

Alma de Comerciante! Você tem? 7 qualidades para o sucesso do varejo

O varejo é democrático! Não há restrições para que alguém se candidate a fazer carreira no varejo. Há espaço para todos! É o setor privado que mais gera empregos… é a porta de entrada no mercado de trabalho para milhões de pessoas. O varejo é feito por pessoas, para pessoas, com pessoas… O varejo é P2P – People to People (Pessoa para Pessoa). Sempre foi e sempre será assim!

O varejo moderno diz que, agora, a condição para ter sucesso é saber estabelecer “conexão emocional” com o cliente! Para ganhar market share (espaço no mercado) é preciso ter heart share (espaço no coração) dos clientes. Verdade, mas não é novidade! Os varejistas do passado, quando o varejo ainda era conhecido exclusivamente por Comércio, sempre fizeram o sucesso de suas lojas com um atendimento olho no olho, sorriso no rosto e uma relação de confiança mútua entre cliente e comerciante. Isso mesmo… comerciante!

A alma de comerciante é a chave para se trabalhar no varejo. Essa alma carrega consigo algumas qualidades que garantem excelência no atendimento ao cliente:

  • Amar o que faz;
  • Hospitalidade com os visitantes da loja (clientes);
  • Olhar as pessoas como indivíduos e querer a felicidade deles (buscando realizar os sonhos, desejos e vontades do cliente);
  • Ser multifuncional e “fazer o que for preciso”, sem reclamar, para dar o melhor atendimento (atuar como estoquista, caixa, vendedor, gerente e melhor amigo do cliente);
  • Estar sempre otimista e ter atitude positiva (transmitindo ao cliente essa vibração)
  • Ser verdadeiramente grato aos visitantes da loja por terem entrado (independente se vão comprar ou não)
  • Sorrir para todos os clientes (independente da dor, do cansaço e dos problemas pessoais que existam)

Assim, com essas qualidades na alma, o resultado só pode ser bom desempenho em vendas e, principalmente, maior satisfação do cliente. Temos vários exemplos de empresários do varejo que possuem essa alma, mas vou destacar aqui o Sr. Mário Gazin. Adoro segui-lo nas redes sociais pois sou sempre inspirado por ele, um verdadeiro líder que inspira líderes! Um varejista que demonstra sua alma de comerciante quando fala como devemos fazer o simples, bem feito, e amar nosso trabalho para construirmos uma “vida” de sucesso e feliz. O básico bem feito é a base dessa alma, que infelizmente anda difícil de se encontrar nas lojas.

Como deixamos o varejo moderno perder essa alma de comerciante? Basta dar uma volta nos corredores de um shopping center, ou no comércio de rua de uma pequena cidade do interior, para constatar que o básico mais básico do comércio não está mais presente na alma das pessoas que atendem os clientes das lojas… o sorriso permanente no rosto, com a demonstração sincera de hospitalidade por ter a oportunidade de atender as pessoas em “nossa” loja! Isso está bem raro de se encontrar.

O sucesso dos pequenos comerciantes permitiu que aquela única loja se transformasse em uma rede de muitas lojas. Desafio lançado! Como reproduzir a alma daquele comerciante em cada funcionário que representa a Marca, ou melhor, representa o comerciante – fundador da Marca. Só há um caminho… um processo de formação e manutenção de equipes com alma e comerciante! Árdua missão, mas totalmente possível. Tive oportunidade de conhecer um pouquinho da cultura corporativa e do processo de qualificação de pessoas da Gazin. Está aí a prova de que é possível perpetuar a alma de comerciante em uma empresa gigante. Gigante em seu propósito, gigante em sua operação, gigante em seu sucesso e gigante no foco em cuidar dar pessoas.

Perpetuar a alma de comerciante não é coisa de empresa grande, com recursos financeiros para investir em treinamento. É questão de foco. É determinação estratégica! É propósito de líder com sua equipe, com seu negócio, com sua carreira! Como coloquei no início, não há restrições para que pessoas se candidatem a trabalhar no varejo, mas, com certeza, há limitações para que realizem carreira no varejo. Há pessoas que não nasceram para ser comerciantes!

A maior falha vem das lideranças das empresas que, de maneira permissiva, deixam colaboradores atuarem sem a alma de comerciante em suas equipes. É comum encontrarmos pessoas que conquistaram uma vaga e nunca foram treinadas para desenvolver as competências de um comerciante ou, tampouco, sabem o que precisam desenvolver para ter sucesso em suas carreiras varejistas.

Não adianta colocar a culpa na falta de recursos financeiros para esse desenvolvimento de equipe. É comum, hoje, encontrarmos programas gratuitos de desenvolvimento de competências… para líderes e para colaboradores da base. A Arcos Dourados, que opera a marca McDonald’s no Brasil, abriu inscrição para a 28ª turma do Programa de Desenvolvimento Sustentável Arcos Dourados. As inscrições são gratuitas.

Se você busca solução gratuita para desenvolver sua equipe de loja, a Friedman está oferecendo 10 sessões de treinamento gratuitas durante o Global Retail Show, entre os dias 14 e 18 de setembro. Os treinamentos fazem parte de uma Campanha de Qualificação de pessoas no varejo, batizada de Eu Faço Acontecer! São duas trilhas: “Friedman para Vendedores!” e “Friedman para Gerentes!”. Cada trilha terá 5 treinamentos de 2 horas, com diferentes temas a cada dia. Quer se inscrever? Entre em www.cadastro.zohosites.com . Vale ressaltar que a Campanha Eu Faço Acontecer! tem o objetivo de contribuir para a geração de novos empregos no varejo e redução dos níveis de desemprego no País.

Faça sua vida acontecer! Desenvolva a alma de comerciante em você e em sua equipe!

Fonte:Mercado & Consumo

Por:Luiz Guilherme Baldacci10 de setembro de 2020 no Artigosslider

Rapidez e expansão

Rapidez e expansão

O Grupo Fokus, que desde 1992 atua como distribuidor no Tocantins, expandiu-se para seis Estados

Nos últimos cinco anos, o Grupo Fokus se expandiu e hoje está presente em seis Estados. Como está sua estrutura? No fim de 2015, iniciamos a construção do nosso planejamento estratégico com visão e objetivos definidos para os próximos cinco anos, abrangendo quatro pilares: Processos, Clientes, Pessoas e Finan-ças, tendo como uma ferramenta bá-sica o BSC (Balanced Score Card).

Foi um envolvimento completo de toda a equipe de gestores em todas as unidades, onde cada pilar, bem trabalhado conforme o mapa estratégico que foi construído, nos permitiria alcançar a premissa mais arrojada, que era a de atingir o dobro do faturamento em 2020 – em cifras, sair de 300 milhões de reais/ano e alcançar 600 milhões de reais/ano.

O Grupo é administrado por mim, Glaustin Fokus (que adotei como sobrenome) e meus irmãos, Stanrlley Rios e Lyz Michelly Rios. Hoje, temos 1.200 colaboradores diretos, dos quais 648 trabalham na área comercial, frota própria com 246 veículos e área construída (armazéns) de 35.000 m2.

São seis regionais: Goiás, Distrito Federal, Tocantins, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul e a mais nova unidade (2018) do sul do Pará. Isso indica que estamos presentes em toda a área VII da Nielsen.

Como nasceu o Grupo Fokus?

A em-presa nasceu de um convite feito pelo então presidente da Mabel, Sandro Mabel, para que nós (eu e meu irmão Stanrlley) déssemos continuidade na distribuição no Estado do Tocantins, em 1992, onde inicialmente tínhamos adotado o nome de Ligeirinho, traba-lhando no formato de venda pronta entrega. Já trabalhávamos na antiga distribuidora e tínhamos bom conhe-cimento dos produtos. Começamos com dois caminhões velhos (eu era um dos motoristas) e muita vontade de vencer, na cidade de Paraíso do Tocantins. Três anos mais tarde, fruto do trabalho realizado, fomos convi-dados a enfrentar um desafio muito maior: assumir a distribuição no Es-tado de Goiás.

A empresa se mantém familiar? Como é sua operação?

Todo o Grupo continua tendo à frente a família Rios como gestora. Eu e meus irmãos. Mes-mo com esse novo projeto na condição de deputado federal, participo ativa-mente do nosso negócio. Hoje, temos um Conselho, do qual sou presidente, formado pelos gestores dos principais departamentos. Por sua vez, em nosso planejamento estratégico, iniciamos um projeto de sucessão familiar desde o início do ano por meio da contrata-ção de uma empresa especializada no tema.

Qual é o segmento em que o Grupo atua?

Atuamos com exclusividade no segmento de distribuição. Esse é o nosso DNA. Trabalhar em parceria com as indústrias, cuidando da marca com muito zelo no PDV. Trabalhamos com os principais players dos segmentos alimentício e de limpeza doméstica. A estrutura do portfólio varia de regional para regional, mas contamos com 23 indústrias, espalhadas nas seis regio-nais e tendo em comum a nossa mar-ca própria de alimentos, a Adoralle. Entre as demais, temos a nossa nova parceira, a M.Dias Branco.

Como a empresa tem trabalhado apesar das restrições impostas pela pandemia do Covid-19?

Temos o privilégio de estarmos em uma cadeia considerada essencial, e procuramos difundir isso para os nossos 1.200 colaboradores dentro da importância que isso representa. Temos um programa de conscientização, suporte e monitoramento por parte do RH, com todos os nossos colaboradores, por meio de entregas de EPIs, readequações em reuniões, treinamentos e também aderindo ao teletrabalho. Um boletim semanal sobre a situação da Covid-19 (boletim Fokus Covid-19) em todas as regionais é disparado para todos os gestores toda segunda-feira.

Qual a expectativa para 2020?

Enxergamos o ano como propício para nos reinventarmos em meio ao “novo normal”. Com isso, agilizamos algumas medidas que já estavam dentro da re-novação do próximo ciclo de planeja-mento estratégico (2021 a 2025), tais como cursos EAD, e-commerce , novo site, consolidação de processos, reestruturação de nossa controladoria, plano sucessório, criação de um portal do colaborador e outras ações.

FONTE:https://distribuicao.abad.com.br/revista-digital/materias/rapidez-e-expansao/

Por: Claudia Rivoiro

Material de construção, supermercados e eletrodomésticos puxam vendas da Semana Brasil

Material de construção, supermercados e eletrodomésticos puxam vendas da Semana Brasil

Mesmo em meio à pandemia de Covid-19 e à redução do movimento nas lojas, as vendas do setor de material de construção tiveram alta expressiva na Semana Brasil. A segunda edição do evento foi realizada entre os dias 3 e 13 de setembro.

Dados de uma pesquisa da Cielo mostram que, nesse setor, a alta foi de 21,3% na comparação com o evento de 2019. Supermercados e hipermercados também tiveram um resultado positivo na comparação ano a ano, com uma alta de 13,2%, assim como o setor de móveis e eletrodomésticos, com aumento de 7% nas vendas.

A pesquisa foi divulgada nesta terça-feira (15) no Global Retail Show, evento promovido digitalmente com mais de 200 palestrantes do varejo brasileiro e estrangeiro

Varejo em geral teve queda, mas e-commerce cresceu

Considerando-se todos os setores pesquisados, no geral, o varejo teve queda nas vendas de 8,3%. Deve-se levar em consideração, no entanto, que a comparação de uma no para o outro é impactada diretamente pela crise gerada pela pandemia de Covid-19.

Apesar da queda no varejo geral, no e-commerce houve alta de 10,3% nas vendas. Essa alta é muito maior, de 91,1%, se forem retirados, dessa base, os setores de turismo e transporte, que continuam com as atividades limitadas.

No varejo físico, a queda foi de 10,3% na comparação anual.

‘Negativo menos negativo’

Para Marcos Gouvêa de Souza, diretor-geral do Gouvêa Ecosystem, os resultados precisam ser vistos com cuidado. Por causa da pandemia, o varejo já tinha resultados ruins. No final de agosto, a queda em relação ao mesmo período de 2019 era de 18,4%.

“O que era negativo ficou menos negativo. Essa melhoria de 10 pontos percentuais é semelhante a que tivemos no ano passado em relação a 2018”, afirma.

A pesquisa da Cielo mostra, ainda, que a Semana Brasil teve melhor desempenho na região Norte, com destaque para os Estados do Amapá, do Amazonas e do Pará.

FONTE: Imprensa Mercado & Consumo15 de setembro de 2020 no Global Retail ShowNotícias

Balanço Do Comércio É Positivo Na Primeira Semana De Reabertura

Balanço Do Comércio É Positivo Na Primeira Semana De Reabertura

A primeira semana de reabertura gradual dos segmentos não essenciais do comércio de Manaus se encerrou com vendas mornas, embora acima do esperado pelos lojistas, com direito a aquecimento de vendas em alguns dias e em produtos específicos – especialmente os de consumo popular. Foi o suficiente para um setor que estava quase que inteiramente de portas fechadas e sem vendas, durante 70 dias.

A despeito da volta do otimismo e da proximidade da data, a maior parte das lideranças do comércio de Manaus ouvidas pelo Jornal do Commercio ainda não arrisca uma projeção para o Dia dos Namorados. Alguns estimam que a queda no volume de negócios chegue a 40% em relação ao mesmo período de 2019, dado que nem todos os setores ainda estão funcionando neste primeiro ciclo – restaurantes e salões de beleza ainda estão de portas fechadas. 

Um desempenho desfavorável já é mais do que esperado, diante da crise da covid-19 e das experiencias amargas do setor na Páscoa e Dia das Mães deste ano, quando apenas as lojas dos segmentos essenciais ainda estavam de portas abertas, limitando os demais subsetores a atender online ou por delivery. No caso do Dia das Mães, as expectativas já apontavam para um recuo acima dos 50% às vésperas da data. 

Com a diferença de que, desta vez, parte do setor já começou a atender o público. Estão nesta primeira fase de reabertura as lojas de artigos esportivos e de bicicletas (venda e reparo); de artigos para casa; de vestuário, acessórios e calçados; de móveis e colchões; e de variedades. Joalherias e relojoarias, assim como o comércio de artigos médicos e ortopédicos, óticas, floriculturas, bancas de revistas em logradouros públicos, petshops e concessionárias de veículos também estão na lista. A próxima fase começa em 15 de junho.

Quebra em série

“Tivemos vendas muito boas, nesta semana. É claro que as coisas variaram dia a dia. Na segunda [1º], tivemos muito público e poucas vendas, mas as coisas se inverteram no dia seguinte e, a partir de quarta [3], tivemos equilíbrio. Se continuar dessa forma, poderemos recuperar os empregos perdidos. E nove de dada dez empresas seguiram os protocolos de segurança. Quem não estav cumprindo, foi orientado a fazer isso”, asseverou o presidente da CDL-Manaus (Câmara dos Dirigentes Lojistas de Manaus), Ralph Assayag.

De acordo com o dirigente, os 70 dias de portas fechadas custaram 30 mil dos 390 empregos do comércio local. Em paralelo, 1.500 das 36 mil lojas encerraram as atividades em definitivo. Por esse mesmo motivo, e pelo fato de o programa de retomada das atividades ainda estar no começo, Assayag informa que fica difícil estabelecer uma projeção de vendas para o Dia dos Namorados.

“Tivemos uma quebra na série histórica com os números de 2020. É impossível fazer qualquer comparação com o ano passado, pois 70% das lojas ainda estão fechadas e, mesmo quando chegarmos ao final do mês, ainda estaremos com 20% das empresas sem poder abrir. Chutar um número diante dessa situação seria uma irresponsabilidade que prejudicaria o setor e muita gente”, desabafou.

Troca de presentes

Na mesma linha, o presidente da FCDL-AM (Federação das Câmaras de Dirigentes Lojistas do Estado do Amazonas), Ezra Azury, assinala que muitos segmentos de serviços que atendem o mix do Dia dos Namorados ainda estão sem poder atender, prejudicando os números globais de vendas da data. “Tem o namorado que compra roupa para sair em um restaurante, que ainda está fechado. E tem a namorada que, antes de sair, gostaria de ir a um salão de beleza, que também não está funcionando, exemplificou. 

O dirigente pondera que, por atender potencialmente um público mais jovem do que o do Dia das Mães, o Dia dos Namorados pode compensar nas vendas online. “Mesmo assim, pela dificuldade de sair, tudo indica que a data vai acabar sendo limitada a uma troca de presentes, em festas com no máximo dez pessoas, para seguir as regras de segurança”, apontou.

Azury concorda, contudo, que a semana que se encerrou apresentou resultados promissores para o setor, especialmente para os segmentos de “variedades” e de “produtos para casa” e, em menor grau para os segmentos de calçados e confecções. “Tivemos vendas especialmente boas em lojas populares. Creio que isso se deve à liberação do dinheiro do auxílio emergencial. E o fato de muitos cidadãos estarem atentos aos protocolos nos ajuda muito”, opinou. 

Compensação e distanciamento

Em sintonia, o presidente em exercício da Fecomercio-AM (Federação do Comércio de Bens e Serviços do Amazonas), Aderson Frota, comemorou o retorno às atividades. Para o dirigente, os lojistas que costumam trabalhar com produtos para o Dia das Mães e que se viram frustrados pelo fechamento involuntário na época, podem até alcançar alguma compensação no Dia dos Namorados – em que pese a importância menor da data para o setor.

“É claro que não teremos números nem próximos aos do ano passado e devemos fechar uns 40% abaixo mesmo. Mas, a reabertura de parte das lojas ajudou o setor a sair do zero e entrar em um caminho que, esperamos, seja o da normalidade. No caso dos protocolos, por outro lado, as empresas estão sendo exemplares, com disposição de álcool em gel e pias, além de evitar aglomerações. Mas nem todo cidadão segue as regras e mantém o distanciamento social, por exemplo”, afiançou. 

Segurança aos colaboradores

Já o presidente da ACA (Associação Comercial do Amazonas), Ataliba David Antonio Filho, reforça também que o fato de alguns segmentos comerciais ainda não estarem incluídos neste primeiro ciclo de retorno deve prejudicar o desempenho do Dia dos Namorados. “Temos joalherias abertas, mas não lojas de bijuterias, que são mais baratas e atendem a um público maior, por exemplo. Mas, para quem estiver atendendo neste período, o volume de vendas será bom”, ponderou.

O dirigente também avalia que a semana inicial de reabertura rendeu bons resultados e garante que os lojistas não descuidaram das medidas de segurança necessárias para evitar o contágio da covid-19. “Tivemos boas vendas, pelo menos para as lojas de rua, pois não sei dizer como aconteceu nos shoppings. E todos seguiram os protocolos, com o uso de luvas e máscaras, além da demarcação dos espaços. O caminho é garantir o envolvimento e a segurança dos colaboradores, para garantir também o bom funcionamento da empresa”, concluiu.

Fonte: Jornal do Comercio

 Marco Dassori