Supermercadistas irão ampliar o quadro de funcionários em 2020

Supermercadistas irão ampliar o quadro de funcionários em 2020

Associação Paulista de Supermercados (APAS) realizou uma pesquisa com seus associados para saber a confiança dos mesmos sobre volume de vendas, contratações, juros, inflação e governos estadual e federal.

No geral, o supermercadista enxerga o cenário atual com neutralidade registrando um índice de 44%. Quando questionados sobre a perspectiva de vendas futuras, 64% dos associados acreditam em crescimento, porém esse número registra uma queda pelo terceiro mês consecutivo.

Quanto ao cenário atual, a esperança de crescimento atinge 45%, 15 p.p maior que janeiro

Para o economista da APAS, Thiago Berka, um dos pontos que merece atenção é que há uma boa perspectiva de aumento no quadro de funcionários.

“Em janeiro, apenas 40% dos associados acreditavam em contratações. Em fevereiro este número subiu para 64%. Validando este cenário, os participantes da pesquisa sinalizam que apenas 9% acredita em uma ‘onda’ de demissões”, explica.

No campo governamental, 80% dos supermercadistas se dizem satisfeitos com o governo federal e apenas 30% com o estadual.

Tabela APAS

Fonte: Por Imprensa Mercado & Consumo -2 de março de 2020

O que fazer para manter um negócio ativo?

O que fazer para manter um negócio ativo?

Grandes nomes de empresas importantes para o Brasil subiram ao palco do Retail Trends Pós NRF, em São Paulo, para falarem sobre as tendências globais aplicadas ao varejo. Entre eles, Marcelo Silva, vice-presidente Conselho de Administração do Magazine Luiza; Juliano Ohta, diretor-geral da Saint-Gobain (Telhanorte/Tumelero); Lindolfo Martin, fundador e presidente da Multicoisas; Paulo Serrano, diretor de Varejo da Natura/The Body Shop; e Elio Silva, diretor executivo de Marketing da Riachuelo.

Marcelo Silva, vice-presidente do Conselho de Administração do Magazine Luiza, afirma que o nosso problema de competitividade envolve a mão de obra pouco qualificada. A curto prazo, segundo ele, reformas são as soluções para a economia crescer e, por consequência, para o varejo crescer.

“Muitos clientes são, hoje, práticos”, coloca Juliano Ohta, diretor-geral da Saint-Gobain. E essa praticidade de quem consome envolve muito o segmento de moda. Já Elio Silva, diretor executivo de Marketing da Riachuelo comenta que o consumidor, hoje, está muito preocupado com sustentabilidade, conectividade com o propósito da marcada, jornada e expectativas, digitalização, entre outros.

Lindolfo Martin, fundador e presidente da Multicoisas falou da importância da tecnologia para o mercado, atual.  “Uma empresa que constrói conhecimento e valoriza as pessoas tem muito mais chance de crescer”. A Universidade Multicoisas é um grande exemplo disso. O ambiente positivo de trabalho também é extremamente importante.

“Ter um propósito dá mais trabalho”, afirmou Paulo Serrano, diretor de Varejo da Natura/ The Body Shop. Então, escolher um bom propósito para estrutural a empresa e manter a alma do negócio é um enorme desafio, mas que vale muito a pena.

Por Imprensa Mercado & Consumo -6 de fevereiro de 2020129

Perdas com ruptura chegam a 53 bilhões de reais no varejo alimentar.

Perdas com ruptura chegam a 53 bilhões de reais no varejo alimentar.

Se fosse uma rede, ocuparia a terceira colocação no ranking do setor

ruptura manteve-se praticamente estável no ano passado. O índice foi de 10,08%.  Aplicando o percentual sobre o faturamento estimado do setor por SA Varejo, as perdas com falta de produto alcançam R$ 53 bilhões. Seria a terceira rede no ranking do autosserviço brasileiro, um posto acima do que ocupava nos anos anteriores à crise.

Nesse período, de acordo com a Neogrid, a taxa girava em torno de 8%. A crise e o menor patamar de consumo fizeram o varejista reduzir investimentos em estoque, elevando ruptura para casa de dois dígitos. 

“Quando comparamos a média anual de 2019 e 2018 percebemos que a falta de produtos vem estabilizando em 10%, apesar de 2018 ter apresentado vários meses com índices de 9%. Se, por um lado, a estabilidade pode ser vista como algo positivo dada a crise que atravessamos, por outro lado, não podemos esquecer que os números ainda não são bons”, afirma Robson Munhoz, diretor de Customer Success da Neogrid.

O executivo acrescenta que o atual patamar ainda não é bom. “Poderíamos trabalhar com uma margem melhor, afinal ruptura representa perda de dinheiro e perda de lucratividade do varejista. Temos potencial como País para melhorar esse cenário”, finaliza.

Fonte: SA.Varejo

Por Alessandra Morita – alessandra.morita@savarejo.com.br – 06/02/2020