TENDENCIAS DO VAREJO 2020.

TENDENCIAS DO VAREJO 2020.

Artigo: Previsões para 2020

* Antonio Carlos Ascar

Essas são as previsões feitas pela consultoria internacional CBRE, com sede em Los Angeles, em seu relatório “2019 Food in Demand”. Nele ela faz onze previsões para o setor supermercadista americano para a próxima década. Há uma antiga afirmativa que diz que “tudo o que é bom para os americanos é bom para os brasileiros”. Em sendo verdade, acho bom ficarmos de olho nessas previsões. Veja o que serve para sua empresa e vá pensando, repensando e planejando suas ações

A análise observou que, enquanto os varejistas de supermercados estão se esforçando para se adaptar às mudanças das preferências dos consumidores, com novos formatos de lojas, automação e demanda por serviços de entrega, os investidores imobiliários parecem querer manter o supermercado como ancora de  shopping centers, por exemplo, devido ao constante crescimento de suas vendas e à pouca penetração do comércio eletrônico neles  comparada a penetração em outras categorias de varejo.

“A loja física continuará a existir e a ser o centro de vendas de alimentos, mas seu formato e função serão reformulados por vários fatores nos próximos anos”, de acordo com Melina Cordero, chefe global de pesquisa de varejo da CBRE. “Os operadores de supermercado devem diversificar sua oferta para competir melhor, o que levará a formatos variados de lojas para diferentes mercados, sortimentos não tradicionais e um foco ainda maior na conveniência do cliente”.

Nelas, os formatos pequenos parecem que hoje, têm muito mais a oferecer. As lojas só precisam entrar nesta nova era moderna do varejo.

 O Amazon Go apresenta seu formato “Just Walking Out”

1. Na próxima década, a fila de caixas no supermercado desaparecerá. 

As inovações tecnológicas, em dez anos, substituirão a tradicional linha de caixas. Os avanços tecnológicos incluem, em carrinhos com scanners de código de barras e swipers de cartão de crédito, aplicativos de pagamento      

pagamento móvel, sensores e câmeras de peso e robôs de varredura de mercadorias. A CBRE acrescentou que o rastreamento de inventário ocorrerá nas prateleiras, e o espaço dos checkouts liberados pode ser usado para outras funções como coleta de compras.

Assim sem o escaneamento nas caixas os clientes compram e pagam sem aguardar em uma fila de caixa. Empresas estão usando essa tecnologia para rastrear compras usando câmeras aéreas que acompanham os clientes em toda a loja e sensores inteligentes de prateleiras que rastreiam quando os itens são selecionados ou recolocados nas prateleiras.

Muitas mercearias estão concentrando na calçada a coleta das mercadorias compradas.

2. Vendas online, nos supermercados chegarão de 5% a no máximo 10% até 2022 – alterando, mas não substituindo, as lojas físicas.

Embora a fatia de mercado das compras on-line cresça nos próximos cinco anos, os custos e os desafios operacionais da logística de alimentos a manterão bem menor que as vendas online da   maioria das outras categorias de varejo, de acordo com a CBRE. As lojas físicas permanecerão importantes para as vendas e os lucros, mas o layout, o design, os produtos e os serviços das lojas mudarão à medida que as estratégias omnichannel forem implementadas.

3. O crescimento do comércio eletrônico diferirá entre locais urbanos, suburbanos e rurais.

Enquanto os varejistas lidam com seus problemas físicos, os custos de entrega das vendas online permanecem como o principal obstáculo para a expansão desse mercado, apontou a CBRE. “Os supermercados vêm experimentando diferentes modelos de logística para crescer on-line”, afirma o relatório. “O modelo ideal para compras on-line provavelmente variará de acordo com a localização da loja. Devem surgir experiências e parcerias adicionais para resolver essa logística.

4. As principais redes crescerão mais com supermercados focados em conveniência.

Os maiores players do setor vêm um forte potencial de crescimento na operação de lojas menores em áreas urbanas e densas com foco em oferecer como refeições preparadas. Os exemplos citados no relatório incluem o Express Mart da Kroger, o Fast & Fresh da Hy-Vee, o GreenWise Market da Publix, o Giant Heirloom da Ahold Delhaize USA, o Lidl Express da Lidl e o Sam’s Now do Sam’s Club.

Lojas pequenas como o GreenWise Market da Publix estão atraindo mais o interesse dos compradores.

As redes percebem que perderão vendas para outros players se não se concentrarem na conveniência e na boa experiência do cliente, particularmente diminuindo seu tempo de permanência na loja.

5. As vendas no varejo de supermercado crescerão firmes nos próximos cinco anos.

O relatório informa que as vendas dos supermercados em todos os seus formatos, de supermercados convencionais a clubes de compra, totalizaram US $ 743 bilhões em 2018, um aumento de 3,5% contra 5% no varejo em geral. “Embora o crescimento das vendas de supermercado raramente exceda o crescimento geral do varejo, quase nunca diminui”, observou a CBRE. “Reforçando essa estabilidade, a baixa penetração do comércio eletrônico na alimentação manteve a maior parte do crescimento nas lojas físicas e manteve as margens de lucro que foram reduzidas em muitos segmentos de produtos leves”.

6. Formatos não tradicionais e os especiais terão o maior crescimento do mercado.

Os supermercados ainda detêm a maior parcela dos gastos com alimentos e bebidas, mas outros formatos estão crescendo rapidamente – principalmente, nos Estados Unidos, os supercenters, que aumentaram a participação no mercado de 7% em 1997 para 22% em 2017, enquanto os supermercados convencionais viram sua participação diminuir de 71 % a 58% nesse período. Os clubes atacadistas os grandes discounters como Aldi e Lidl e os supermercados especializados como Trader Joe’s, todos aumentaram o calor da competição com preços atraentes e fortes marcas próprias.

7. As redes irão reinvestir fortemente nas suas lojas.

As grandes operadoras de supermercados anunciaram planos amplos de remodelação e reformulação de parte de suas lojas nos EUA para afastar toda a concorrência tradicional ou não. O relatório disse que alguns desses investimentos destinadas a melhorar a tecnologia nas lojas e os serviços omnichannel.

8. A concentração deve continuar à medida que a escala e investimentos se tornarem mais importantes para o crescimento.

Durante os próximos cinco anos, a pressão por preços competitivos, o crescimento da concorrência e do comércio eletrônico exigirão que os varejistas realizem investimentos significativos. “Aqueles com caixa para investir e com escala física para atingir milhões de famílias de maneira eficiente têm uma vantagem distinta”, de acordo com a CBRE. “Como tal, espera-se que as grandes redes continuem adquirindo as redes menores e regionais”.

O Kroger está entre os varejistas que implantam uma conveniente tecnologia de pagamento.

9. As refeições preparadas ganharão mais espaço.

As preferências do consumidor estão tendendo para produtos heat-and-eat (esquente e coma) pela facilidade de preparar. “Uma forte evolução em direção a refeições preparadas – onde o cliente simplesmente reaquece a refeição – pode ser mais lucrativa, pois atende à crescente demanda dos consumidores por conveniência, provoca perda de participação no mercado de alimentos e bebidas em restaurantes e proporciona margens mais altas”, afirma o relatório.

10. Agregar outros negócios, junto a loja a ajudará a crescer

Para compensar os custos de entrega, os varejistas adicionarão produtos e serviços com margens mais altas. Enquanto muitos já adicionaram a loja refeições pré-preparadas e restaurantes, eles também estão pensando em como agregar um outro negócio a loja.          

“Parcerias com uma marca fortes de academia, alguma marca voltada para a saúde e estilo de vida apresentam oportunidades particularmente boas para o supermercado”.

11. Os negócios de Vendas diretas ao consumidor é uma ameaça marginal

O relatório observou que, em alguns casos, as empresas de bens de consumo embalados (CPG) podem oferecer preços 30% mais baixos do que nos supermercados, além da comodidade da venda on-line. Se eles continuarem a investir nessas vendas diretas ao consumidor, os supermercados precisam enfrentar o problema da perda de vendas com ações concentradas em serviço e uma boa experiência na loja.

Fonte: www.abras.com.br

Saiba quais as principais estatísticas sobre treinamento e desenvolvimento.

Saiba quais as principais estatísticas sobre treinamento e desenvolvimento.

Conseguir sucesso nos negócios é uma missão que, entre as mais variadas dependências, o preparo dos colaboradores da empresa está entre as mais importantes.

Exatamente por essa influência, o T&D (treinamento e desenvolvimento) é o caminho ideal para que as empresas consigam atingir seus objetivos e, para qualquer obstáculo que surgir, possam superá-lo e caminhar cada vez mais para o topo.

Essa necessidade se aplica a qualquer segmento. Seja o responsável por realizar a locação de geradores, instalar uma soleira de mármore ou o que trabalhar com a reciclagem de eletrônicos, o treinamento é indispensável.

Pensando nisso, separamos este conteúdo para falar sobre a importância da área de treinamento e desenvolvimento para o sucesso da empresa. Confira!

Saiba como é o treinamento e desenvolvimento das empresas

Mesmo que no meio corporativo as duas palavras possam ser consideradas sinônimos em muitas situações, o treinamento e o desenvolvimento são ações distintas e são feitas com diferentes finalidades dentro de uma empresa.

O treinamento se baseia na capacitação, orientada para o presente e objetivando mudanças em curto prazo. Por isso, é um método elaborado e aplicado em horas, dias ou, no máximo, semanas.

Por outro lado, o desenvolvimento é uma estratégia contínua de aprendizado. Ela promove transformações e aperfeiçoamento em médio e longo prazo, tanto para o colaborador e seus resultados quanto para a equipe de modo geral.

Dessa forma, podemos dizer que o treinamento tem como objetivo direcionar e preparar o profissional para as ações a serem feitas, tendo em vista o imediatismo. O desenvolvimento rende frutos depois de um certo tempo, embora também seja acompanhando no dia a dia.

Entenda as vantagens de treinamento e do desenvolvimento

Além do fato de sustentar o negócio e dar uma dimensão do patamar que pode ser alcançado, o desenvolvimento promove engajamento da equipe e a mantém motivada em muitos aspectos.

Fora isso, com o desenvolvimento das pessoas é uma boa oportunidade de trocar experiências com outros profissionais. Esse processo incentiva os colaboradores a terem posturas e comportamentos de acordo com o exigido no âmbito profissional.

Já o treinamento permite que os colaboradores sejam capacitados, entendendo os valores, políticas e filosofia da instituição que trabalham.

Esses detalhes, informações e os conhecimentos obtidos no treinamento de equipe que influenciarão no desempenho das atividades, fazendo com que tudo seja realizado de acordo com as normas do empreendimento.

Tenha um setor de T&D em seu negócio

Como vimos ao longo deste conteúdo, o treinamento e desenvolvimento é importante para o sucesso das empresas. O que achou das nossas informações?

Embora um complemente o outro em muitos aspectos, as características que os tornam diferentes são igualmente importantes para a empresa e colaboradores. Por isso, treinamento e desenvolvimento são duas coisas diferentes em uma empresa.

Enquanto o treinamento visa uma capacitação e preparo imediato do profissional para as atividades de curto, médio e longo prazo, o desenvolvimento diz respeito a toda essa curva de aprendizado que ocorre nesse período, basicamente.

Dessa forma, podemos dizer que um bom programa de treinamento e desenvolvimento de pessoas é capaz de causar impactos positivos nos resultados das empresas, algo que justifica a valorização cada vez maior desse serviço.

Fonte: Assessoria do Soluções Industriais em parceria com o blog Negócios em Foco. ( 27/01/2020 )

Carrefour tem alta de 11,5% em vendas no quarto trimestre de 2019

Carrefour tem alta de 11,5% em vendas no quarto trimestre de 2019

Carrefour Brasil avançou 11,5% no quarto trimestre de 2019, totalizando R$ 17,6 bilhões em vendas brutas no período. A operação de varejo – composta por supermercados e hipermercados – cresceu 12,8%, enquanto a bandeira Atacadão registrou alta de 10,8%.

Na avaliação da rede, medidas adotadas desde 2018 no segmento de varejo, sobretudo em relação a preço e sortimento, têm surtido efeito. Nos últimos dois anos, o Carrefour passou a ser mais agressivo nas campanhas voltadas a seus hipermercados.

As vendas totais de lojas abertas pelo Carrefour há mais de um ano subiram 7,8% no último trimestre do ano passado. De acordo com relatório divulgado pela companhia, foi o maior avanço no conceito “mesmas lojas” para um quarto trimestre dos últimos cinco anos.

Considerando apenas a operação de atacarejo, o crescimento em “mesmas lojas” do Atacadão foi de 5,5% entre outubro e dezembro de 2019.

Fonte: Mercado & Consumo

Por Imprensa Mercado & Consumo -27 de janeiro de 2020

Governo vai reduzir isenção do IPI do polo de refrigerantes da ZFM

Governo vai reduzir isenção do IPI do polo de refrigerantes da ZFM

Manaus – O presidente Jair Bolsonaro decidiu não prorrogar o incentivo dos créditos tributários concedidos à indústria de refrigerantes na Zona Franca de Manaus que será reduzido para 4%, segundo o jornal Valor Econômico. A medida prejudica as indústrias instaladas no Polo Industrial de Manaus (PIM).

Um decreto do governo Temer cortou de 20% para 4% do IPI os aos fabricantes e, em meio às negociações da reforma da Previdência, o presidente Bolsonaro elevou esses créditos a 10% até 31 de dezembro de 2019. Contrário ao subsídio, o ministro Paulo Guedes convenceu o presidente a reduzir.

Para o senador Eduardo Braga (MDB), a decisão quebra a política de desenvolvimento sustentável. “A redução dos incentivos tributários para a produção de concentrados de bebidas não alcoólicas na ZFM quebra o direito constitucional e a política de desenvolvimento sustentável, reconhecida inclusive pela Organização Mundial de Comércio (OMC).”

Segundo o parlamentar, o prejuízo estimado para as empresas que produzem na região em 2020 é de cerca de R$ 2,1 bilhões, com a redução dos créditos tributários.

Em 2019, o senador Eduardo liderou um movimento, junto com outros parlamentares do Amazonas, para pressionar o governo a recuar da decisão de diminuir a alíquota de IPI. A bancada conseguiu uma vitória parcial, com a edição de um novo decreto que aliviou as perdas dos fabricantes instalados no PIM, em 2019. O decreto editado durante o governo Temer estabelecia que, até o final do ano passado, a alíquota cairia para 8%. Com o novo documento, o percentual ficou em 8% até 30 de setembro, passando para 10% até 31 de dezembro. A redução passa a valer agora em 2020.

Para o deputado estadual Serafim Corrêa (PSB), a decisão do presidente é equivocada. “Quando as empresas vieram para cá, esta alíquota era de 40% e, hoje, é de 8%. Eu não sei se com 4% estas empresas irão ficar aqui. Isto é muito ruim porque outras empresas que pensavam em vir para cá, vão avaliar dez vezes antes de vir. O IPI é o principal incentivo que nós temos e o IPI com 4% não atrai ninguém”, frisou. “O problema é que, como o presidente pode aumentar ou reduzir IPI, a empresa fica na mão do presidente e, se o presidente quiser ‘quebrar’ a empresa, ela ‘quebra’, ao reduzir o IPI e as empresas têm que rever todas as suas estratégias”, disse.

O deputado federal Pablo Oliva (PSL) questionou se já havia uma confirmação da medida. Ao saber que não, o parlamentar lembrou que o presidente ficou de restabelecer os incentivos aos concentrados. “A ideia era colocar em 8% ou 10%, era um compromisso do governo federal, então, eu vou cobrar este compromisso”, afirmou.

Fonte: d24am.com

Supermercados em Minas Gerais têm crescimento acumulado de 4,29%

Supermercados em Minas Gerais têm crescimento acumulado de 4,29%

O setor supermercadista de Minas Gerais apresentou crescimento acumulado real de 4,29% no período de janeiro a novembro de 2019. Na comparação com o mês de novembro de 2018, o aumento foi ainda maior de 9,76%. O levantamento é parte do Termômetro de Vendas, pesquisa mensal da Associação Mineira de Supermercados (AMIS).

Na análise entre outubro e novembro de 2019, o desempenho também foi positivo e cresceu 2,02%. Os números estão deflacionados pelo IPCA/IBGE.

Os resultados mostram que o mês de novembro, que tradicionalmente sempre foi de poucas vendas, vem se tornando um período relevante para o setor, especialmente devido à Black Friday. A cada ano, mais empresas supermercadista vem aderindo à campanha, negociando com fornecedores descontos interessantes e chamando mais a atenção do consumidor.

Além disso, muitas lojas estendem as promoções para além da sexta-feira, obtendo assim, resultados melhores no mês.  O fato de alguns produtos estarem com preços convidativos atrai também a compra de outras categorias, melhorando o movimento nas lojas.

Outro fator que contribuiu para o melhor desempenho do mês no ano passado foi a continuidade do pagamento de parcelas do FGTS. A leve melhora dos níveis de emprego vem mês a mês, contribuindo também com o setor.

fonte: https://www.mercadoeconsumo.com.br

Em 2019, inflação para famílias de renda mais baixa fica em 4,6%

Em 2019, inflação para famílias de renda mais baixa fica em 4,6%

A taxa do IPC-C1 em 2019 também é superior ao registrado pelo Índice de Preços ao Consumidor – Brasil (IPC-BR), que mede a inflação para todas as faixas de renda, que ficou em 4,11% no mesmo período.

O Índice de Preços ao Consumidor (IPC-C1), que mede a inflação para famílias com renda de até 2,5 salários mínimos, fechou 2019 com inflação de 4,6%. De acordo com a Fundação Getúlio Vargas (FGV), a taxa é superior aos 4,17% registrados no ano anterior.

Os principais impactos no IPC-C1 em 2019 vieram das classes de alimentação, com alta de 6% nos preços, e transportes, com aumento de 6,01% no período.

As demais classes de despesas tiveram as seguintes taxas de inflação: habitação (3,48%), vestuário (1,62%), saúde e cuidados pessoais (4,07%), educação, leitura e recreação (4,46%), despesas diversas (5,17%) e comunicação (1,22%).

Em dezembro de 2019, o IPC-C1 ficou em 0,93%, acima do 0,56% de novembro e do 0,77% registrado pelo IPC-BR em dezembro.

Com informações da Agência Brasil

Varejo paulista tem projeção de crescimento de 6%

Varejo paulista tem projeção de crescimento de 6%

O ano de 2020 deve seguir o mesmo ritmo crescente de vendas no varejo paulista com expectativa do faturamento ser 6% a mais que os R$ 741,4 bilhões estimados pela Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo do Estado de São Paulo (Fecomercio-SP) para 2019.

O cálculo da entidade é baseado na melhora do desempenho da indústria, nas expectativas de avanço da agenda neoliberal do governo de Jair Bolsonaro, comandado pelo ministro Paulo Guedes, que pretende diminuir gastos públicos por meio de concessões e privatizações de estatais e no aquecimento do consumo, vinculado à atores que impactam positivamente na renda – como a leve diminuição das taxas de desemprego e a queda do índice de inadimplência.

Caso a estimativa da Federação se confirme, o comércio vai lucrar R$ 42 bilhões a mais e bater o faturamento real de R$ 783,4 bilhões.

No varejo ampliado, a Pesquisa Conjuntural do Comércio Varejista (PCCV) aponta para um crescimento de mais de 10% em relação ao último ano nos segmentos de lojas de móveis e decoração (12%), farmácias e perfumarias (11%) e materiais de construção (11%).

Setor com maior participação nas estimativas de faturamento do varejo total (32,5%), os supermercados, conforme a entidade deve fechar 2020 com a receita de R$ 254,3 bi – 4% superior ao projetado para 2019.

Apesar dos números positivos, a Fecomercio-SP ressalta que os empresários devem ficar atentos a fatores externos, entre eles, as eleições presidenciais dos Estados Unidos e a guerra comercial entre americanos e chineses – que pode influenciar no preço de produtos importados desses países.

Fonte: https://www.mercadoeconsumo.com.br/

O negócio antes de qualquer bit e depois de todos eles.

O negócio antes de qualquer bit e depois de todos eles.

O sucesso na operação de uma empresa depende do êxito de muitos fatores incluindo o TI.

O Departamento de Tecnologia de uma organização, como principal responsável por prover soluções que coloquem a sua empresa à frente dos concorrentes em competitividade tem o dever de estar um passo à frente dos possíveis problemas que devem surgir com os inúmeros sistemas e, especialmente, com as demandas flutuantes geradas por usuários desses sistemas.

Monitoramento da Rede é o primeiro passo para uma gestão de sucesso e essa boa prática pode vir acompanhada de uma Gerência Minuciosa dos recursos de telecom, especialmente os presentes nas camadas 2 e 3 que é onde se concentram a maior parte dos controles ativos que influenciam diretamente em uma rede de sucesso ou uma rede fracassada.

Gerência da Rede executa um papel complexo de conectar or recursos existentes em Redes Locais e Remotas a outros sistemas e pessoas que operam e traduzem essas operações em resultados efetivos para a organização como Receita, Indicadores, Arrecadação e Comercialização.

ERP e1576856994738 - Gerenciamento de Rede

Entender a melhor forma de por em prática essa conectividade e controle dos recursos de telecom não tem à ver com a operação da rede, mas com um desafio ainda maior que está relacionado com as áreas de negócio, cujo foco é a operacionalização da empresa e os negócios que ela representa em várias direções como Comercial, Pessoal/RH, Social, Lucro e Continuidade Operacional ao longo do tempo.

Gerir a Rede, portanto, é muito mais do que controlar o fluxo de dados em uma LAN ou aplicar boas regras de firewall e roteamento. É entender a complexidade dos ecossistemas existentes em uma empresa e entregar os recursos tecnológicos necessários para que essas operações sigam confortavelmente entregando, por sua vez, os melhores resultados possíveis à organização.


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Como diminuir os custos de Logística e Transporte em suas empresas?

Como diminuir os custos de Logística e Transporte em suas empresas?

Um dos maiores desafios em todas as empresas, ao se tratar de logística e transporte, são os custos de uma entrega ágil. Na logística o tema mais solicitado em projetos tem sido a redução de gastos.

Todas as empresas visam reduzir custos para aumentar os lucros, mas é fundamental manter a qualidade e o padrão da companhia. Considerando os desafios que todos os negócios têm vivido no Brasil com a crise econômica e impostos, esse seria mais um bom motivo para aplicar um projeto de melhoria e redução de custos.

Tratando-se de transporte e logística interna, foi desenvolvido projetos e estratégias que foram eficazes e produtivos, com rápido retorno do investimento aplicado.

Grande parte das empresas falha nos processos de logística e operação por não analisarem os gastos, estimativa de retorno, infraestrutura, produto de atuação e exigências, praça de atuação e controle interno, entre outros fatores. Isso leva a grande maioria a não obter lucro e é aí que começa o problema da operação, o desespero em lucrar e ações indevidas para reduzir custos, levando a risco de processos e multas.

Etapas a serem analisada na logística e transporte para redução de custo com aumento da qualidade e clientes:

Custos de transporte: para o transporte é fundamental levar em conta a regra de negócio do cliente, área de atuação e região. O estado em questão é fundamental, pois unidade da federação possui sua regulamentação, pedágios e rotas especificas, entre outros, o que impacta nos custos dos transportes.

Devemos também analisar o produto a ser transportado, pois dependendo do item podem ser necessários o rastreamento, escolta, uso caminhões novos e outras exigências. Mesmo neste cenário é possível atuar e reduzir os custos do transporte, elevando os lucros, bastando para isso saber aplicar uma boa regra de negócio dentro da regulamentação e dos padrões do cliente.

Esse item é muito importante, porque é aqui que encontramos muitos gargalos nas empresas. Muitas não possuem controle interno, indicadores, metas, processo, visão do futuro e não pensam fora da caixa, sendo aí que surgem as falhas na empresa e o bloqueio do crescimento.

Custos operacionais: alguns dos principais custos operacionais são: produto; preço; falta de procedimento; estoque sem controle; transporte irregular; motoristas não comprometidos; desvios; gasto abusivo; equipamentos sem manutenção ou, em muitos casos, quebrados e sem uso; armazenamento errado, levando a perda da mercadoria; demora na entrega do produto ao cliente final; multas; riscos operacionais; acidente por falta de EPI (equipamento de proteção individual); desvio de impostos entre outros.

É fundamental reduzir, mas da forma correta, mantendo padrões e seguindo a regulamentação.

Pontos pelos quais hoje os Empresários devem ficar atento:

  1. Falta de controle interno/ indicadores;
  2. Falta de controle de estoque (FIFO não aplicado) e seguro de mercadoria;
  3. Falta de manutenção de equipamentos e transportes;
  4. Armazenamento indevido;
  5. Falta de modelo ou regra de negócio definido;
  6. Falta de evolução e inovação;
  7. Falha no alinhamento de setores;
  8. 8-Produtos/serviços fora do prazo;
  9. Destinação de resíduos indevido;
  10. Acidente de trabalho por falta de equipamento ou riscos interno;
  11. Mão-de-obra não produtiva;
  12. Falha na comunicação interna e externa.

Esses foram alguns itens solucionados com sucesso em empresas, com foco na redução de custos nos segmentos de transporte e logística. É importante considerar que a proposta de projeto muda de acordo com a empresa e com o produto, mas em todas é possível aplicar melhorias e expandir negócios.

Como está a sua empresa hoje? Você possui problemas em algum desses pontos em destaque?

Fonte: Mercado e Consumo

Por: Charlene Portela