Cesta básica em Manaus apresenta queda



Cesta básica em Manaus apresenta queda

A cidade de Manaus apresentou uma queda de -1,77% na cesta básica em outubro deste ano. De acordo com a pesquisa divulgada pelo Dieese (Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos), nesta quarta-feira (1). O leite integral, feijão, açúcar e arroz, foram os produtos que registraram menor queda. 

O dado faz parte do custo do conjunto de alimentos essenciais que apresentou queda em 11 das 21 cidades. Já a carne bovina e a batata, pesquisada nas regiões Centro-Sul, tiveram elevação de preços.

Na capital amazonense, a cesta básica custou, em outubro de 2017, R$ 349,19. Oito produtos apresentaram queda e quatro tiveram alta no mês analisado.

Produtos que tiveram queda
Na região Norte, mas especificamentes em Manaus, a carne apresentou uma queda de -1,12% , o leite -2,08%, feijão -11,58, arroz -0,70%, farinha -1,58%, Tomate - 5,16, pão 0,25%, café 1,26, banana 0,35%, Açucar -2,65%, Óleo 4,46% e a Manteiga -1,95%. 

Além da capital amazonense, as reduções mais expressivas da cesta básica foram registradas em Goiânia (-2,79%) e Maceió (-2,52%). Nas outras 10 cidades, a pesquisa apontou alta. 

As maiores variações foram observadas em Campo Grande (2,67%), Curitiba (3,08%) e Cuiabá (3,49%). Porto Alegre foi a cidade com a cesta mais cara (R$ 446,87), seguida por São Paulo (R$ 428,13) e Rio de Janeiro (R$ 421,05). 

Os menores valores médios foram observados em Salvador (R$ 318,31), Natal (R$ 325,09) e Recife (R$ 325,96).

Meses anteriores 
Em 12 meses, o valor da cesta apresentou redução em todas as cidades pesquisadas. As taxas negativas variaram entre -16,10%, em Cuiabá, e -6,53%, em Porto Alegre. Entre janeiro e outubro de 2017, o custo da cesta diminuiu em todas as capitais, com destaque para as taxas de Manaus (-11,62%), Maceió (-11,57%), Cuiabá (-10,91%), Belém (-10,64%) e Salvador (-10,37%). 

Com base na cesta mais cara, que, em outubro, foi a de Porto Alegre, e levando em consideração a determinação constitucional que estabelece que o salário mínimo deve ser suficiente para suprir as despesas de um trabalhador e da família dele com alimentação, moradia, saúde, educação, vestuário, higiene, transporte, lazer e previdência, o Dieese estima mensalmente o valor do salário mínimo necessário. 

 Fonte: Jornal do Comercio  - On Line

Por: Jefter Guerra com informações da assessoria 
01 Nov 2017, 18h52