Com menos vendas e maior preço, minimercados faturam mais no varejo alimentar

Mesmo com queda no volume de vendas, os minimercados ampliaram o faturamento em 2025. Levantamento desenvolvido para a ABAD aponta crescimento de 5,3% na receita desses estabelecimentos, acima da média do varejo alimentar, que ficou em 4,1% no período. O resultado reflete uma mudança relevante na dinâmica de consumo.

 

Os dados mostram que o avanço não foi impulsionado pelo aumento de itens vendidos, que recuaram 1,5%, mas sim pela alta de 6,6% no preço médio. Segundo a Scanntech, os produtos perecíveis tiveram papel decisivo, sustentando a receita mesmo em um cenário de maior seletividade por parte do consumidor.

 

Para Leonardo de Ana, CEO e cofundador da InHouse Market, o movimento reflete uma reorganização do comportamento de compra, principalmente nos centros urbanos. O consumidor tem optado por compras menores, porém mais frequentes e próximas de casa, priorizando conveniência, agilidade e reposição rápida.

 

A tendência reforça o papel estratégico do varejo de proximidade, especialmente para compras de complemento e consumo imediato. Em um ambiente de pressão inflacionária e maior cautela no consumo, a eficiência operacional, a gestão do mix e a leitura do comportamento local passam a ser determinantes para o desempenho dos minimercados.

Fonte: SuperHiper

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