Saudabilidade já alcança as classes D e E

A busca por produtos associados à saudabilidade deixou de ser restrita às classes de maior renda e começa a ganhar força também entre consumidores das classes D e E. Segundo pesquisa da Data-Makers, 73% dos brasileiros de menor renda já demonstram interesse por alimentos e produtos ligados a uma alimentação mais equilibrada.

 

Para o varejo, esse movimento representa uma oportunidade relevante, mas também exige estratégia. Categorias relacionadas à saudabilidade ainda dependem de exposição adequada, comunicação e planejamento de sortimento para ganhar escala nas lojas. Diferentemente dos itens básicos, esses produtos precisam de maior visibilidade no ponto de venda e integração com canais digitais para alcançar novos consumidores.

 

Executivos do setor apontam que o crescimento da categoria passa por iniciativas como ampliação planejada do mix, sinalização específica nas lojas, ações de comunicação e maior integração com fornecedores. A ideia é transformar a saudabilidade em parte da rotina da operação supermercadista, e não apenas em um nicho ocasional.

 

Atenta a essa mudança de comportamento, a Seara vê oportunidades na ampliação do consumo de alimentos preparados e práticos, especialmente para refeições em casa ou no trabalho. A tendência indica que produtos que combinam conveniência, nutrição e custo acessível devem ganhar espaço crescente no varejo alimentar.

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